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A declaração vai contra a postura da RIAA, organização que zela pelos interesses da indústria e que freqüentemente atribui os danos sofridos por artistas à distribuição ilegal de arquivos. Para 50 Cent, não é bem assim: "Os shows são cheios e a indústria precisa entender que eles têm que gerenciar todos os 360 graus em torno de um artista. Eles precisam ampliar sua renda dos shows e merchandise. É a única maneira pela qual podem obter seu dinheiro de volta".
A entrevista, traduzida e transcrita no site TorrentFreak, mostra que o rapper concorda com o grande impacto do avanço tecnológico na indústria, mas defende uma adaptação do modelo de negócio, principalmente no hip hop, estilo que depende de uma audiência jovem.
Este não é o primeiro artista de peso a contrariar as acusações de que a troca ilegal de arquivos prejudica diretamente a classe artística. Em início de novembro o site Tech.Blorge citou outra entrevista com Trent Reznor, frontman da banda Nine Inch Nails que recentemente abandonou a gravadora.
Na entrevista, o músico comentou que ainda que achasse o serviço de compartilhamento OiNK (fechado por pressão da indústria musical) moralmente incorreto, possuía uma conta de acesso e freqüentava o site regularmente.
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