Versão do Google Apps permite que funcionários colaborem por meio de ferramentas de escritório online sem aval dos administradores.
O Google está lançando uma nova versão do seu pacote de aplicativos hospedados na web que pode ser usada por funcionários dentro do ambiente de trabalho sem a necessidade do envolvimento do departamento de tecnologia – mais uma dor de cabeça para os administradores de rede preocupados em barrar softwares não autorizados no ambiente corporativo.
O lançamento, chamado Google Apps Team Edition, deve estar disponível nesta quinta-feira (07/02) gratuitamente, e é voltado a usuários que se interessam pelas ferramentas online e cujas empresas não adotaram o pacote de produtividade do Google, disse Rajen Sheth, gerente sênior de produtos para Google Apps.
A versão Team Edition inclui serviços de comunicação e colaboração de outras edições, como processador de texto, planilhas, mensagem instantânea e calendário, mas não o Gmail, que requer a autorização da empresa para direcionar o tráfego de mensagens.
Mais de 500 mil organizações, a maioria delas pequenas empresas, já baixaram o Google Apps, mas as versões anteriores - Standard, Education, Partner e Premier – exigem envolvimento do departamento de tecnologia na implementação, pois utilizam o domínio corporativo.
Com o Team Edition, qualquer usuário que tenha um endereço válido dentro do domínio da empresa pode compartilhar serviços – independente da autorização departamento de tecnologia.
“O departamento de TI tem a opção de assinar a versão Standard Edition gratuitamente se quiser ter controle sobre o processo”, argumentou Sheth. A edição também pode ser atualizada para as versões pagas, como a Premirer, que custa 50 dólares por usuário ao ano.
Para Matt Cain, analista do Gartner, o Google terá que equilibrar o incentivo aos usuários finais e a participação do departamento de tecnologia se quiser emplacar o serviço. “O Google vai encorajar a adoção dos usuários finais, mas não pode retirar a intermediação da equipe de Ti, que no final limpa qualquer bagunça feita”, avalia.
Juan Carlos Perez, editor do IDG News Service, de Miami
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