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quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Firefox enfrenta domínio do Internet Explorer no segmento dos browsers

O primeiro programa que vem à cabeça quando falamos de software livre é o Firefox. Após anos de domínio absoluto do navegador da Microsoft, a raposinha da Mozilla ameaça a toda poderosa.

A maioria dos internautas usa o Internet Explorer—segundo a Net Applications, o browser detinha 77,35% do mercado em novembro. Por vir integrado ao Windows e ter apresentado inovações que derrubaram o Netscape no início dos anos 90, ele tornou-se o navegador de Internet padrão da maioria dos usuários.

Mas, por que agora vemos tanto bafafá sobre o Firefox e outros navegadores? A primeira e mais simples resposta é a de que o IE parou no tempo. Enquanto os demais programas da categoria foram evoluindo e desenvolvendo funcionalidades, ele ficou preso no mesmo formato e com os mesmos recursos.

A versão 7 do browser foi lançada em 2006 —um hiato de seis anos desde a versão anterior, de 2001. Além disso, vivemos o grande movimento dos softwares livres o que faz com que mais gente experimente e conheça o programa.

Vantagens

A navegação por abas ficou tão popularizada que a Microsoft incluiu a função na versão 7 do IE. O Firefox traz ainda extensões que são desenvolvidas por diversos programadores —mais um ponto para o software livre de código aberto. Com mais gente tendo acesso, mais adicionais são feitos. É possível baixar add-ons para as mais variadas funções como gravar vídeos da Internet, baixar torrent, bloquear anúncios ou ver a cotação da bolsa de valores.

O navegador é também mais seguro, por não ser foco dos hackers, e mais rápido. A versão Gran Paradiso traz a tecnologia Gecko 1.9, para exibir as páginas mais rapidamente, e bloqueia sites maliciosos. Outro ponto positivo do navegador, é que ele traz tudo na janela do navegador, RSS, buscas e downloads.

Desvantagens

Praticamente todos os sites são desenhados para o IE, por ser o navegador mais usado. Assim, algumas páginas podem ficar "bagunçadas", com linhas quebradas, por exemplo. Apesar de ser mais fácil instalar plug-ins como Java ou Flash, muitos sites que usam estes recursos também podem apresentar problema.

A boa notícia é que cada vez mais o design é feito para uma melhor usabilidade, independente do navegador e, com isso, as páginas estão se adequando aos demais programas. Outra desvantagem do Firefox é que até a versão 3, ele ocupava muita memória RAM para rodar.

LILIAN FERREIRA | Do UOL Tecnologia

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