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quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Brasil está em primeiro lugar com 47,75% dos ataques online do mundo, diz CERT.br

O Brasil está em primeiro lugar, com 47,75% dos ataques via Web. Segundo o CERT.br (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil), no ano passado, a soma do prejuízo financeiro causado pelos crackers no Brasil foi de R$ 300 milhões, porém, o Brasil ainda registrava 19,4% das denúncias mundiais.

Segundo o CERT.br (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil), o número de notificações relacionadas a fraudes teve um aumento de 30% se comparado ao mesmo período de 2006. No período de Julho a setembro, houve 34.201 denúncias de cibercrimes. De maneira geral, as fraudes cibernéticas atingem 80% dos negócios do mundo, sendo sua maior concentração na América Latina.

Embora seja o mais bem preparado para detectar fraudes - tanto tecnologicamente, como em controles internos -, o sistema financeiro é também o que mais sofre perdas. Mas, ao contrário do que muitos usuários pensam, a proteção virtual não deve se limitar somente aos sistemas das instituições financeiras. Além dele, também sofrem perdas acima da média as indústrias de saúde, farmacêutica e de biotecnologia; de recursos naturais e manufatura. Na maioria desses casos, o número de fraudes é menor do que em outros setores, mas o valor envolvido é muito mais elevado. Uma das maiores preocupações das empresas são os hackers contratados para fazer espionagem industrial.

Devido a essa grande demanda do crime virtual, as empresas estão preocupando-se mais com seu patrimônio financeiro e informativo. Todos que usam o ciberespaço, usuários finais ou corporações, estão vulneráveis.

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